A trindade do RetrôVinil

O RetrôVinil não aconteceria se esses caras percebessem que seriam apenas mais uma banda de rock.
Eles queriam fazer o velho e bom rock and roll, mas com alguns ingredientes novos.
As exigências eram poucas. Identidade no estilo, personalidade nas composições e execução dos covers com a cara da banda.
A sintonia foi facilmente assimilada pela afinidade de gostos dos integrantes.
Apaixonados por rock, blues, jazz e rockabilly, o RetrôVinil tem uma liga que dificilmente se quebrará.
“Ah, vai ser um puta trio!”, diz Buck, guitarrista, e logo é incentivado por Cássio, baterista: “está certo! O nosso som pede essa formação, e além disso sempre quis tocar assim”.
Definido a formação, o RetrôVinil deu início ao processo criativo, um trabalho autoral.
O entrosamento de dezesseis anos dos irmãos Cássio e Márcio (baixo e vocal), deixou Buck confortável para acrescentar seus riffs e solos, característica marcante nas composições e nas versões interpretadas pela banda.
A formação do repertório tem forte influência do conteúdo autoral. A versão de “Quero que vá tudo pro inferno”, de Roberto Carlos, deixa explicita a forma peculiar do RetrôVinil executar sua arte feita em trio.
Vale conferir esta novidade que há tempos o rock brasileiro espera.
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